quarta-feira, 27 de junho de 2007

destiny?

O homem não pode escolher seu destino, ele pode apenas escolher como reagirá quando o chamado destino vier, esperando que tenha a coragem para responder a altura, todos nós imaginamos como agentes de nosso destino, capazes de determinar o próprio destino. Mas nós realmente temos escolhas? Ou existe algo maior? Ou é deus que intervêm? Mantendo-nos seguros.
Existem exigências em troca de singularidades? E você é obrigado a fazer alguma coisa que é contra sua natureza. De repente a mudança na sua vida que deveria ser maravilhosa se torna uma traição, parece ser cruel, mas o objetivo é nada mais do que a preservação de si mesmo, tudo que si pode fazer é confiar e esperar. Quantas vezes se sentiram perdido antes de tudo começar? Em meio a isso, a moral perdeu seu significado, a terra é grande o suficiente para que você pense que pode se esconder de tudo, do destino, dos inimigos, se apenas você achasse um lugar distante o suficiente para correr, mas a verdade é que você pode correr tomar precauções, mas não se tem força para se esconder do destino, mas o mundo não é pequeno, você é.
Para tudo existe uma época e um momento para cada propósito, a terra gira em uma velocidade de 1,6 km/h, ao mesmo tempo em que tentamos desesperadamente não sermos jogados fora, como o primeiro sinal de inverno que avisa uma migração, um sinal, um evento que desencadearam muitos outros, mesmo sabendo disso, nós faríamos algo de diferente? E se pudéssemos voltar e impedir que acontecesse, nós voltaríamos? Mas seu destino já foi escrito muito antes de você nascer, como o passado parece ter sido escrito em uma pedra, mas de todas as habilidades, é o livre arbítrio que nos faz genuinamente únicos, com ela, temos uma pequena, porém potente chance de negar o destino.

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